Lara e O Pássaro
Sobre o Evento
Lara, ao assistir à sua irmã mais nova, Cora, adoecer de tristeza, embarca em uma aventura pelo jardim de sua casa em busca do Pássaro Azul. Pelo caminho a menina conhece a brisa, a árvore, o gato e a lagarta e com eles aprende um pouco sobre as pequenezas da vida que fazem a gente crescer.
Direção: Luciana Mizutani.
Elenco: Catarina Eichenberger, Gabriel Pangonis, Giovana Telles, Luan Assunção.
Circo Zanni
Sobre o Evento
Espetáculo de variedades que une o melhor da cena circense paulistana. Formado por artistas de diferentes grupos atuantes em São Paulo (La Mínima, Circo Amarillo e Cia da Rosa), o Zanni apresenta números de equilíbrio, acrobacias, mágica e muita palhaçaria.
Tudo isso embalado por música ao vivo, tocada pelos próprios artistas, como acrobatas, trapezistas, palhaços e malabaristas. Uma fusão perfeita entre o charme do circo clássico e a ousadia do contemporâneo.
Duração: 90 minutos.
IBEJADA
Sobre o Evento
O espetáculo IBEJADA parte da pesquisa das dualidades. O quanto cada lado cria um necessário espaço para ser uma completude como um todo. A partir das simbologias de Íbéjì os intérpretes criadores são instigados a construir narrativas que dialoguem com a ludicidade das suas próprias infâncias bem como provocar estímulos físicos, corporais, sonoros e visuais tendo uns aos outros enquanto irmãos inseparáveis. Com Núcleo AJEUM.
Duração: 120 minutos.
Além da Vida - Da obra de Chico Xavier e Divaldo Franco
Sobre o Evento
O espetáculo aborda temas polêmicos como aborto, suicídio, abandono infantil, intrigas e opção afetiva e sexual entre outros, de forma leve e sutil. Embora escritos a quarenta anos, os temas continuam atuais.
Desde a sua montagem original, em 1980, o espetáculo atingiu um público de mais de 2 milhões de espectadores. Versão dirigida por Chris Natale, volta em cartaz, foi criada em 2010, em comemoração ao aniversário de Chico Xavier
Montagem dirigida por Chris Natale comemora 15 anos de sucesso com nova temporada presencial. Texto de Hilton Gomes de Souza, Paulo Figueiredo e Augusto César Vanucci tem no elenco os atores Chris Natale e Paulo de Jesus, Flavio Costa, Priscila Scholz, além da própria diretora.
Mostra de Estudos da TEMPORADA 2026: “Não Posso, Tenho Ensaio!"
Informações
Sobre o Evento
A temporada “Entre Páginas e Palcos - Literatura Brasileira em Cena” aproxima literatura e teatro em uma série de apresentações que transformam obras, autores e personagens da literatura brasileira em experiências vivas no palco.
Nos dias 8 e 9 de agosto, o público poderá conferir montagens de clássicos como O Gênio do Crime, Capitães da Areia, Meu Pé de Laranja Lima, Reinações de Narizinho, A Terra dos Meninos Pelados e As Mentiras que os Homens e Mulheres Contam, entre outras obras, apresentadas por alunos de diferentes faixas etárias.
A Flotilha
Sobre o Evento
Em um mundo marcado por profundas transformações ambientais, sociais e políticas, um grupo de personagens embarca em uma travessia simbólica em busca de novos horizontes para a humanidade. Entre mares revoltos, territórios ameaçados e fronteiras invisíveis, A FLOTILHA constrói uma narrativa poética que reflete sobre as mudanças climáticas, a destruição dos ecossistemas, a resistência dos povos originários, os conflitos geopolíticos e a necessidade urgente de reconstrução das relações entre o ser humano e o planeta. Mais do que uma viagem física, a obra propõe uma travessia ética e sensível, convidando o público a refletir sobre seu papel diante dos desafios contemporâneos e sobre a possibilidade de construção de um futuro baseado na solidariedade, na diversidade e no respeito à vida.
Cabeça Vazia Oficina do Milagre
Sobre o Evento
Samuel percorre dezesseis dias de romaria para cumprir a promessa deixada por sua mãe. Ao chegar a Candéia, abriga-se na gigantesca cabeça de Santo Antônio e passa a ouvir as preces dos fiéis dirigidas ao santo casamenteiro.
Esse dom inesperado transforma sua vida e a dos moradores da cidade esquecida do santo sem cabeça. Entre encontros, conflitos e reviravoltas, Samuel busca cumprir sua missão e descobrir o paradeiro de seu pai.
Na Sala Dos Espelhos
Sobre o Evento
Inspirado na obra homônima da autora sueca Liv Strömquist, o espetáculo propõe uma reflexão crítica, sensível e contemporânea sobre os modos como a sociedade constrói e aprisiona a imagem feminina. Misturando humor ácido, autobiografia, filosofia, cultura pop e teatro performativo, a montagem mergulha nas relações entre autoimagem, redes sociais e os padrões de beleza que atravessam mulheres de diferentes gerações.
Em cena, acompanhamos uma mulher que vive simultaneamente dois processos de transformação: enquanto sua filha Nina entra na pré-adolescência e começa a desenvolver conflitos com o próprio corpo e aparência, ela mesma atravessa o climatério, revisitando suas inseguranças, memórias e experiências marcadas pelas cobranças impostas ao feminino. Ao perceber que a filha já começa a reproduzir mecanismos de autocrítica e inadequação, a protagonista decide transformar essa inquietação em um jogo de pensamento, convidando o público a refletir sobre o mito da beleza e suas consequências emocionais, sociais e políticas.
A adaptação teatral de Michelle Ferreira eFoto: divulgação parte do ensaio gráfico de Liv Strömquist, conhecido por reunir referências filosóficas, feministas e históricas com elementos da cultura pop. No palco, porém, essas ideias deixam de existir apenas no campo intelectual e ganham corpo através da atuação intensa de
Carolina Manica transforma conceitos em experiência viva, aproximando o público de temas como desejo, envelhecimento, pertencimento e validação social. Mais do que discutir padrões estéticos, Na Sala dos Espelhos investiga como o olhar do outro molda subjetividades e produz ansiedade em uma sociedade baseada na exposição constante. A peça questiona os mecanismos contemporâneos de validação, revelando como as redes sociais ampliam antigas estruturas de opressão estética e emocional, especialmente sobre mulheres e meninas. Ao mesmo tempo, aborda maternidade, herança emocional e os “espelhos” simbólicos transmitidos entre gerações, trazendo à tona uma pergunta central: como ensinar liberdade a alguém quando também fomos educadas diante de imagens distorcidas sobre nós mesmas? Com estética sofisticada e inquietante, a encenação combina humor, ironia e imagens impactantes para construir um ambiente onde realidade, memória e exposição pública se misturam constantemente. A trilha sonora de Ava Rocha e Grisa, a direção de arte de Fábio Namatame e a iluminação de Caetano Vilela criam uma atmosfera sensorial que transforma o corpo da atriz em território de disputa, espelho social e espaço de resistência.
Entre referências filosóficas e relatos cotidianos, o espetáculo convida o público a rir, se reconhecer e questionar os padrões invisíveis que regulam desejos, afetos e identidades. Ao transformar o palco em um espaço de reflexão coletiva sobre aparência, pertencimento e liberdade, a obra revela não apenas as violências produzidas pela cultura da imagem, mas também a possibilidade de reinventar novas formas de existir e de olhar para si.
Adulto
Sobre o Evento
Entre realidade e ficção, Sara escreve uma peça enquanto enfrenta a crise em seu casamento com João após uma revelação. A chegada de um casal de amigos provoca novos choques e reflexões, trazendo à tona conflitos sobre amor, liberdade e expectativas, e questionando padrões tradicionais dos relacionamentos contemporâneos.
O espetáculo explora duas realidades ao mesmo tempo: a construção da ficção enquanto uma das personagens escreve a peça; e a história em si, que narra a crise conjugal do casal João e Sara, causada pela revelação de um segredo, e que desencadeia muitos conflitos silenciados entre eles. Tudo se intensifica ainda mais quando um casal de amigos, Vitor e Paula, surge com reflexões provocativas sobre a ideia do amor romântico. No contraste dos formatos opostos em que os relacionamentos acontecem, assuntos como traição, trabalho, saúde mental, dinheiro, maternidade, monogamia, machismo, entre tantos outros são inevitáveis na vida adulta.
Antropoceno
Sobre o Evento
“Antropoceno” é uma obra teatral performativa, concebida como um solo interpretado por Lípari e dirigido por Douglas Lima, que marca a inauguração do projeto de solos do Coletivo 302. A criação propõe uma investigação sensível, crítica e acessível acerca da hipótese científica do Antropoceno, entendida como a era em que as ações humanas passaram a provocar mudanças profundas e irreversíveis nos sistemas biofísicos do planeta.
A cidade de Cubatão surge como um importante território simbólico e dramatúrgico. Conhecida internacionalmente, sobretudo nas décadas de 1970 e 1980, como um dos lugares mais poluídos do mundo, Cubatão torna-se na obra um palco ontológico do Antropoceno. A performance investiga seu passado marcado por intensa degradação ambiental, mas também evidencia as narrativas de resistência, regeneração e a coexistência de uma natureza ainda biodiversa.
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