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Cine Sesc: Mostra - Novo Cinema Boliviano no Brasil

Democratização da circulação de cinema boliviano no Brasil, provocando diálogo e reflexão sobre os filmes.

Programação:

19/6, 19h - Lo más Bonito y mis mejores años (14 anos)
Berto é um jovem tímido que pretende vender o automóvel que seu avô lhe deixou como herança, com a finalidade de ir embora de Bolívia. Junto com seu amigo Victor, que aparenta ser o contrário dele, extrovertido e com mais experiência, percorre a cidade tentando achar um possível comprador. A tranquilidade acaba quando Camila, namorada de Victor, se une a eles. Longe de ajudar com o objetivo, ela causa problemas entre os rapazes e percebe a fragilidade de sua relação amorosa com Victor.

20/6, 16h – Las Malcogidas (14 anos)
Ácida comedia musical que retrata a história de uma mulher de trinta anos em busca de seu primeiro orgasmo. Em paralelo, se esforça para baixar de peso e agradar sua avó, enquanto tenta ganhar dinheiro para a operação de troca de sexo de seu irmão.

21/6, 19h – Zona Sur (14 anos)
O drama emerge lentamente, sem artifícios narrativos, das situações cotidianas, até que as pressões internas e externas forção a eclosão da borbulha. A história narra os dias de uma familia de classe alta em um momento em que o país elegeu levar a cabo grandes mudanças sociais. Nunca antes se havia visto o país desde baixo, desde a Zona Sur.

22/6, 15h – Cinema Boliviano (Livre)
Palestra sobre o Novo Cinema Boliviano com o cineasta e organizador de festivais Marcelo Cordero, boliviano, residente no Brasil, responsável pelo Festival Internacional Pachamama - Cinema de Frontera, que acontece há dez anos no Acre.

22/6, 16h – El Rio (14 anos)
Depois de sua mãe o expulsar de casa, Sebastián, um adolescente de 15 anos, viaja para Guajaramerín, um povoado na fronteira entre Bolívia e Brasil. Ali conhecerá seu pai e a namorada dele, Julieta, por quem o jovem se apaixonará profundamente. 

23/6, 15h – Algo Quema (Livre)
O general Alfredo Ovando Candia foi um ator decisivo na história boliviana do sec. XX. A partir de velhas filmagens familiares e institucionais, Mauricio Ovando sai em busca da figura (e a sombra) de seu avô, entretendo sua história e a história em uma incomoda verdade.